"UMA NOVA COR SOBRE DOIS ARTISTAS MODERNISTAS

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No decorrer do ano 2015, foi desenvolvido um trabalho conjunto entre a ASMAL ( utentes dos Fóruns Ocupacionais de Faro e de Almancil e da Unidade de Vida Apoiada ) e  o Museu Cerro da Vila, que visou recriar alguns quadros de dois grandes artistas modernistas, Amadeo de Sousa Cardoso e Almada Negreiros. Resultou do empenho e motivação de utentes e equipa técnica das entidades referidas uma coleção de quadros em pintura em vitral com a aplicação de técnica mista que temos o prazer de apresentar numa exposição intitulada "Uma nova cor sobre 2 artistas modernistas" que terá lugar entre os dias 7 a 10 de Outubro 2016 nos claustros do Museu Municipal de Faro. Esta iniciativa promovida pelo FICSAM insere-se no âmbito das comemorações do dia internacional da Saúde Mental. 

O DESESPERO NA POESIA, acerca das vivências e do desespero dos poetas Mário de Sá-Carneiro, Antero de Quental e Florbela Espanca.

 

Violeta Teixeira nasceu no Funchal, Ilha da Madeira.

Licenciada em Filologia Românica, na Faculdade de Letras de Lisboa, é professora reformada na Escola Secundária de Francisco Rodrigues Lobo, na cidade de Leiria, onde reside.

É autora de: FALO-VOS DO SILÊNCIO (1999); LÂNGUIDAS FÚRIAS (2000); AFLUENTES LUNARES – primeiro premio literário Afonso Lopes Vieira, 1ª Edição, (2000); PARTOS DE PANDORA (2002): RESINAS DE ABULIA (2003).

Foi finalista do I CONCURSO INTERNACIONAL ORPHEU DIGITAL DE POESIA; semifinalista em concursos do CENTRO DE ESTUDIOS POÉTICOS.

Seus poemas foram publicados nas obras antológicos: RAYO DE LA ESPERANZA, AMOR IMPOSSIBLE, HORIZONTE LEJANO, REGALOS DEL ALMA, AMOR OLVIDADO, SENTIMIENTOS ENFRENTADOS; MELODÌA DE COLORES; AMARGA HIEL; NOCHE SOÑADA: ECLIPSE DE LUNA; AMOR IMPOSSIBLE; PALABRAS INDISCRETAS; ESPLENDOR NOCTURNO; CARPE DIEM; IMPRESIONES Y RECUERDOS. Dois poemas finalistas no CONCURSO INTERNACIONAL LITERÁRIO DE PRIMAVERA (doze países da América Latina) foram publicados, no Brasil, AGRESTE UTOPIA.

Foi cronista em três Semanários. A sua escrita automática é o fruto das trevas do inconsciente. É uma marginal elitista e, ateia, só acredita na poesia e na morte.